© Leon Malin, 2017
ISBN 978-5-4490-0921-0
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Fui preso em 24 de abril de 1999. Era de manhã, mas não cedo, mas mais perto do meio-dia. Eu envolvi o canto da casa, quando vi dois jovens caminhando lentamente. Por que eu prestei atenção neles? Eu não sei. Talvez porque eles estavam vestidos como algo pobre, não de uma maneira moderna. Eu os cheguei, abri a porta para a entrada com a chave. Os caras seguiram. Escalando um lance de escadas, percebi que não fechavam a porta atrás deles.
“O interfone foi colocado com o propósito de fechar a porta ao alpendre”, eu digo a eles.
“E ainda há gente indo”, eles responderam.
E, na verdade, mais dois entraram na entrada. Eu fui pressionado na parede. E algemado. Cinco de nós, um grupo, deixamos a entrada e fomos para o carro. Era “Moskvich”, onde dificilmente espremíramos. Fiquei no centro do banco de trás.
Fiquei atordoado e não entendi nada. Quem é esse? Polícia, bandidos ou o que quer que seja.
“Quem é você, dos órgãos?” – Eu me virei para o mais velho.
– Sim.
“Para onde vamos?”
“Você vai descobrir em breve”.
“Estou detido?” Tem certeza de ter levado essa pessoa? Você nem pediu documentos. Tenho meu passaporte comigo.